30 janeiro 2017

Resenha: O Código Da Vinci - Dan Brown

Um assassinato dentro do Museu do Louvre traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo.
Com a ajuda da criptógrafa Sophie Neveu, o professor de Simbologia Robert Langdon segue pistas ocultas nas obras de Leonardo Da Vinci e se debruça sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental – do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.
Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, O Código Da Vinci consagrou Dan Brown como um dos autores mais brilhantes da atualidade e agora chega em nova versão, especialmente preparada para o público jovem, com fotos coloridas que enriquecem ainda mais o livro. Skoob | Comprar: Amazon | Submarino | Saraiva | Americanas

Autor: Dan Brown
Editora: Arqueiro
Páginas: 312
Nota: 4/5

Sabe aquele livro que marca sua adolescência e confirma seu gosto pela leitura? Pois é, para mim, o livro que cumpriu esse papel quando eu tinha mais ou menos uns 14 anos foi esse. Li O Código Da Vinci bem naquela época que estava aquela loucura por causa do lançamento do filme. Acho até que li um pouco depois que o filme chegou aos cinemas, mas só assisti a adaptação cinematográfica bastante tempo depois.

Acho que esse foi um dos livros mais lidos nos últimos anos e essa nova capa que a Arqueiro lançou reacendeu em mim a vontade de correr pelas ruas de Paris em busca do Santo Graal. Se você ainda não leu e nem viu o filme eu conto um pouco da história para te animar.

Tudo começa quando Jacques Saunière, curador do Museu do Louvre, é assassinado dentro do próprio museu. Ele e mais três pessoas guardavam um segredo que não podia ser revelado a qualquer um e a pessoa que o matou desejava mais que tudo saber tudo sobre o que eles escondiam.

Ao perceber que o segredo morreria com ele, pois o assassino já havia matado os outros três, Saunière toma uma medida desesperada e usa o próprio corpo para deixar uma mensagem a duas pessoas: o professor Robert Langdon e Sophie Neveu. Robert dá aulas de simbologia em Harvard, ele é um dos mais renomados na área e é reconhecido no mundo inteiro por sua perícia com símbolos. Ele estava em Paris na noite do assassinato porque foi convidado para dar uma palestra na cidade. 

Sophie Neveu é criptógrafa e trabalha para o Departamento de Polícia Francesa, ela nunca conheceu Langdon, mas foi designada para decodificar a mensagem de Saunière e sabe que Langdon, mesmo sem saber é a chave para descobrir a trilha deixada pelo curador do Louvre.

A partir do Louvre os dois partem em direção a diversos pontos turísticos da França em busca desse segredo. Para apimentar as coisas, o assassino segue uma pista errada dada pelos três guardiões e Saunière, mas logo ele percebe e sai no encalço dos dois. E ele não é o único, a polícia francesa, que considera Langdon o principal suspeito do assassinato também os persegue tentando prendê-lo, pois Sophie o tira de dentro do Louvre sem a permissão de Bezu Fache, o Chefe de Polícia.

O melhor adjetivo para essa história é eletrizante, parece que te ligam na tomada já no início por conta do assassinato e você só é desligado quando descobre onde a trilha de Saunière termina. Na maior parte do tempo a história é narrada pelo ponto de vista de Langdon, mas você também vai ter a oportunidade de ver capítulos pelo ponto de vista de Fache e de Silas, o assassino.

O que mais me prende ao livro além da trama é a riqueza de detalhes e o cuidado com que ele descreve cada local que eles passam. Gosto muito da forma como ele contextualiza todas as obras e os locais que são importantes para a história faz com que você sinta que é parte de tudo aquilo.

Essa releitura para mim foi uma delícia, porque pude voltar as ruas de Paris e não vejo a hora de poder ver com meus próprios olhos tudo o que ele descreve nesse livro. Esse é o meu livro preferido do Dan Brown e eu o li antes de Anjos e Demônios, que é a primeira história de Langdon. Não resisti e li muitos livros dele depois dessa primeira experiência, mas meu relacionamento com o Dan é outra história Hahahaha

Se você já viu o filme, mas não leu, leia! Se ainda não sabe nada da história, leia par ontem! É uma experiência que vale muito a pena.

Quotes:

"Os aficionados da arte reverenciavam aquele lugar. Dali era possível avistar quatro dos melhores museus de arte do mundo... um em cada ponto cardeal."
"- Isso é muito comum em épocas conturbadas - continuou Langdon - Um poder emergente se apodera dos símbolos existentes e, com o passar do tempo, muda seu significado. Na batalha entre os símbolos pagãos e os cristãos, os pagãos foram derrotados..."

Beijos!





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