24 fevereiro 2017

Literatura Por Mulheres (A Mediadora)

Oi, pessoal! Ontem divulgamos as autoras convidadas do evento e hoje é a vez de conhecer um pouco sobre a mediadora, Cinthia Kriemler. Sua obra, Na escuridão não existe cor-de-rosa, foi semifinalista do Prêmio Oceanos 2016. 


Sobre a autora:
Cinthia Kriemler é contista. Carioca, mora em Brasília desde 1969. Graduada em Comunicação Social/Relações Públicas pela Universidade de Brasília, UnB. Especialista em Estratégias de Comunicação, Mobilização e Marketing Social,também pela UnB. É Analista Legislativo da Câmara dos Deputados. Colunista da Revista Samizdat. Tem textos publicados em: mallarmargens, Germina, Escritoras Suicidas, Diversos afins, Conto Afora, Revista Philos, Revista Biografia, Revista InComunidade (portuguesa). Semifinalista do Prêmio Oceanos 2016; vencedora do 50° FEMUP de contos de 2015; vencedora do I Concurso de Minicontos Autores S/A, 2013; 3º lugar no Festival de Poesia Falada de Campos de Goytacazes, 2013 ; finalista do Prêmio TOC140, Fliporto, 2013; 2º lugar no II Concurso de Poesia Autores S/A, 2012; finalista do Prêmio SESC DF Monteiro Lobato de Contos Infantis 2012.

Sobre a obra:

"Na escuridão não existe cor-de-rosa" é o quarto livro de Cinthia Kriemler, o terceiro pela Editora Patuá. São 32 contos pequenos que falam sobre a miséria dos invisíveis, diluída no cotidiano de banalidades e vícios das cidades. A autora trata de temas atuais e recorrentes: perda de entes queridos, abandono, solidão, separação, violência contra a mulher, exploração sexual de menores, incesto, estupro, traição, vingança. E faz reflexões sobre a fé, a morte, a velhice, a doença, a hipocrisia social, o medo.
"Os invisíveis, os que vivem na escuridão, os que incomodam o equilíbrio falso da sociedade e sofrem em silêncio, com medo de incomodar". É sobre esses personagens inventados à luz da realidade que a autora conta pequenas histórias, tentando fazer com que não sejam afastados para o esquecimento intencional da alienação. Apesar das misérias e denúncias reveladas na narrativa, os textos de Cinthia trazem, também, uma grande dose de lirismo, quase como se a autora quisesse abraçar cada personagem em sua dores, faltas e incertezas.


 

Um comentário:

  1. Muito obrigada, Jéssica! Estaremos lá no início de março, mediando esse evento importante e forte. Bjs.

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