22 agosto 2017

Diário de Leitura: Queda de Gigantes #1

Oi pessoal! Hoje vim apresentar a vocês uma nova coluna aqui  do blog chamada Diário de Leitura. Pelo nome já dá para perceber que vai ser um diário, né?! Mas ele vai funcionar assim: A cada 100 ou 150 páginas do livro que estivermos lendo no momento vamos vir aqui e escrever como está a evolução do livro, falar dos personagens, como está a experiência de leitura... Enfim, vamos compartilhar com vocês as nossas sensações durante aquele grupo de páginas e ao final da leitura sai a resenha completa. Não se preocupem que a ideia é NÃO dar spoilers dos livros, é mais para falar de forma abrangente dos personagens que foram apresentados, se estamos gostando deles ou não, e tudo isso sem entregar a história, obviamente!


Já aviso que não vamos fazer isso com todos os livros que vamos ler porque as resenhas estão aí para vocês acompanharem isso, mas sempre que sentirmos a necessidade de aprofundar e registrar com mais detalhes a leitura de um livro faremos um diário para vocês. Estão prontos?

O primeiro diário de leitura vai ser sobre o livro Queda de Gigantes escrito por Ken Follett. Vocês se lembram da minha experiência com ele no livro Espiãs do Dia D? Assim que terminei fiquei com aquela sensação dúbia, mas hoje tenho certeza que gostei muito do livro. Justamente por isso resolvi encarar a trilogia que me apresentou ao escritor e fez com que eu namorasse a escrita dele por alguns anos.

Esse é o primeiro livro da Trilogia O Século, que conta a história do Século XX através de cinco famílias que representam diferentes culturas da Europa do início de 1900:

Família Williams, de Gales do Sul
Família Fitzherbert, da Inglaterra
Família Peshkov, da Rússia
Família Von Ulrich, da Alemanha
Família Dewar, dos Estados Unidos

Eu cheguei a página 119 que é exatamente o final do capítulo três e já fui apresentada a vááários personagens e pelo menos um membro de todas as cinco famílias. Logo antes de começar a história você é apresentado a lista de personagens, como estou bem aplicada li direitinho, mas confesso que fiquei bem perdida no final justamente pela quantidade de personagens. No final eu já não lembrava o nome da maioria deles, mas ela serviu para mostrar que outras famílias fariam parte da história além das principais e isso me deixou com aquela pulguinha atrás da orelha para saber qual seria o papel deles.

Uma coisa bem legal é que no começo de cada capítulo tem a data de início dos acontecimentos que serão contados ali naquele pedaço, por exemplo:

- No capítulo um somos apresentados a Família Williams e a data no início é 22 de junho de 1911. Essa data marca o aniversário de 13 anos de Billy Williams, o filho mais novo da família de Gales do Sul. Em Aberowen, a cidade onde ele mora, todos os meninos são obrigados a trabalhar na Mina no dia do décimo terceiro aniversário.

Nesse capítulo ainda somos apresentados a organização social da cidade e a história da família. Na casa de Billy vivem quatro pessoas, ele, a mãe, o pai e o avô. Sua irmã mais velha trabalha na casa da família mais rica da região e quase não aparece, mas ela faz questão de estar presente no dia que ele será enviado a mina. Ele tinha mais quatro irmãos, mas infelizmente três irmãs morreram por doenças e um dos irmãos mais velhos morreu em um acidente na mina, a mesma que Billy começaria a frequentar agora.

No segundo capítulo somos apresentados a família Fitzhebert que, ao contrário dos Williams e da maior parte da população de Aberowen, é extremamente rica. O Conde era conhecido por todos como Fitz e tinha a missão de chefiar a família. Ele vivia preocupado com o fato de não ter feito nada extraordinário que justificasse a posição que ocupava além de ter nascido na nona família mais rica da Grã-Bretanha.

Esse capítulo começa em Janeiro de 1914, quase três anos depois dos acontecimentos do primeiro e isso me deixou super atenta porque se vocês se lembram das aulas de história devem saber que foi nesse ano que a Primeira Guerra Mundial começou. Por conta disso já fiquei super atenta porque o que vai acontecer com certeza será importante para quando a Grande Guerra estourar. O legal é que somos apresentados de forma superficial a mais duas famílias: a Von Ulrich e a Dewar.

No terceiro capítulo estamos em Fevereiro de 1914, saímos da Grã-Bretanha e chegamos a Rússia devido a uma visita do Conde Fitzherbert a família de sua esposa, a princesa Bea. A família real russa não é parte das cinco famílias principais, mas está diretamente entrelaçada com o destino da família Peshkov, dos irmãos Grigori e Lev.

Estou super empolgada com a leitura, desejei ler esse livro por tanto tempo e minhas expectativas estão sendo atendidas por enquanto. Não fazia ideia de como ele lidaria com essa questão das famílias, mas estou gostando da condução dele até agora. Sei que ainda há muitos outros personagens para conhecer, mas por enquanto meu preferido é Billy Williams.

O livro todo tem 908 páginas então vamos ter muito o que conversar nos próximos diários! Gostaram desse primeiro diário? Mal posso esperar para continuar a escrever os próximos! *Yaaay*



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