Diário de Leitura: Queda de Gigantes #2

Oi pessoal! Se você ainda não sabe como funciona o Diário de Leitura vai lá no primeiro que eu fiz que eu expliquei tudinho! Aproveita e já lê minha experiência de leitura das 118 primeiras páginas para voltar aqui bem a par da história. O livro Queda de Gigantes foi escrito por Ken Follett, o mestre dos romances históricos.


Esse é o primeiro livro de uma trilogia de calhamaços, chamada  O Século, e o primeiro livro tem 908 páginas. Nessa segunda fase li do capítulo quatro ao oito, da página 119 a 240, um total de 121 folhas. Continuo o diário sem spoilers, tudo o que eu falar aqui não é crucial para a história, mas vai servir para vocês entenderem o que eu gostei ou não.

No caso eu dei uma empacada bem forte aqui nessa fase e tudo porque se vocês se lembrarem bem, no final do primeiro diário eu estava esperando a Guerra e não tem nada que eu goste mais do que guerra em livros. Eu leio tudo super rápido porque preciso saber como elas acabam, então quando vi que faltava meses para o início da Primeira Guerra Mundial eu pensei: Vai começar e eu quero ver o circo pegar fogo.

Fui beeem inocente porque não fazia muito sentido apresentar a Guerra logo de início, pois ele havia pincelado as famílias, mas ainda não tinha dado para conhecer bem nenhum personagem. E nesses quatro capítulos foi isso que ele fez, aprofundou os personagens. Conheci melhor os membros das famílias e ele deu uma pitada de romance para que entendêssemos que nem só de medo é feito o mundo.

Agora já não dá mais para fazer o acompanhamento capítulo a capítulo porque posso estragar a sua experiência com o livro, mas o que você precisa saber é que vamos conhecer melhor a família von Ulrich, que é alemã, mas vive na Inglaterra. Você vai conhecer mais detalhes da personalidade do pai de Walter, Otto, e vai ter motivos para não gostar dele.

Também conhecerá melhor Ethel Williams, irmã de Billy, e eu gostei muito da força dela apesar de saber para onde a inocência dela a levaria desde o início. As pitadas de romance ficam por conta dela e Maud, irmã do Conde Fitzherbert, e não são relacionamentos banais, mas foi justamente essa parte que me deixou um pouco empacada e levei mais de um mês para ler os dois últimos capítulos. Sei que a culpa disso foi toda minha porque comecei a ler outros livros junto e não me dediquei como deveria. Eu dei uma esfriada porque queria guerra e recebi romance em troca #chateada

Mas como eu disse, a minha vontade foi bem infundada dentro da narrativa e agora que eu posso juntar os retalhos de cada capítulo faz bastante sentido para mim ele ter usado o temor da guerra como pano de fundo para apresentar melhor os personagens. Na terceira parte ainda preciso conhecer mais a família Dewar, que foi a menos citada até agora e acho que antes da guerra vou poder conhecer melhor Gus e sua família americana. Faz um tempo que estou sem notícias dos Peshkov, mas a apresentação deles foi intensa e profunda então é preciso um pouco mais de história para ver onde os irmãos e Katerina vão se encaixar nisso tudo.

Cinco famílias, muitos personagens, a sombra de uma guerra e muuuitas páginas pela frente me esperam.


Dou notícias no próximo Diário (que eu vou me esforçar para não demorar tanto para escrever!

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